zmiguel91 Escreveu:
zekezeke14 Escreveu:
Era interessante por exemplo ser como no FM ser possível ser contratado/receber propostas para dirigir outras equipas!
A Cyanide não concorda. Segundo eles quando és um Director Desportivo é como se fosses o dono dessa equipa. Não faz sentido mudar.
Até faz algum sentido isso, por exemplo o Riis é dono da equipa SaxoBank, aquilo faz parte de uma associação qualquer dele.
-A regra dos três quilómetros tem que ser implementada o mais rápido possível, visto ser regra da UCI.
-A possibilidade que já aqui foi referida de o corredor abandonar antes da etapa começar.
-Nos contra-relógios ter diferenças em tempo real, entre os 1º e 2º classificados e por aí fora.
-Uma alteração dos stats que retrate a maneira como os ciclistas se comportam. Basso a gasóleo, Contador ao ataque, Evans e Wiggins a jogar à defesa para ganhar tempo no cr.
-O corredor que protege o líder ficar automaticamente com este quando ele fica para trás.
-A possibilidade de se extinguirem e formarem equipas, não sótrocar patrocinador.
-Maior interacção entre DD e corredores (perguntar em que corridas quer participar como no 2005 acontecia) e staff.
-Pedir para colaborar nas fugas.
-Possibilidade de contratar ciclistas sub-23 e livres durante toda a época.
-Informação dos sectores de pavê como já acontece com as montanhas.
-Imposição ou sugestão por parte dos patrocinadores quanto a contratações de ciclistas das suas regiões.
-Possibilidade de um líder trazer os seus gregários quando muda de equipa. Por exemplo Contador andar sempre com Navarro, Noval e Hernandez atrás. Isto acontecia no PCM 2010 mas era muito estúpido, trepadores chegavam a pedir sprinters como gregários.
-O líder da equipa sugerir a contratação de corredores, por exemplo Cancellara se estivesse numa equipa fraca no pavé pedir a contratação de um gregário.
-Envio da startlist com antecedência de 3 ou 4 dias.
Mas eu pessoalmente acho que se fez uma boa evolução, com a criação da divisão continental, discussão de sprints intermédios pelos elementos que vão na fuga que pelo menos no 2010 não acontecia. Os wild-cards serem decididos com mais antecedência como acontece na realidade. o season planner, se bem nós podiamos por exemplo desde logo definir um corredor para atacar um objectivo e o season planner definir um pico para essa corrida.